sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Ensaio Intuitivo

De tantas direções e rumos é feita a vida. De tantas experiências, tantos anos, tantas escolhas, tanto conhecimento. Da honestidade à malevolência, da tristeza à felicidade. Do existente ao irreal, do ser ao dever ser. Do nascimento à morte.
Por nós, pessoas passam e repassam, deixando rastros, e formando vínculos. Para nós, revelam-se seres humanos. Com seus erros, e seus acertos. Com o seu raciocínio, seu humor, e com a sua capacidade de ferir-nos facilmente.
Em algum ponto da vida, paramos para perguntar se estamos no lugar certo, no tempo certo, e com as pessoas certas. Não somos e não fomos os únicos, mas ás vezes, é preciso sentir-se tais para responder certas coisas.
Os pensamentos das pessoas mudam de indivíduo, para indivíduo. Alguns pensam que perguntas como essas, não passam de futilidade. Alguns fazem delas sua sobrevivência, e razão de existência.
O mundo não nos reserva muitas certezas, talvez a humanidade só exista para questioná-lo, talvez não. Porém, o que podemos afirmar, seja através de livros, seja através de experiências próprias, ou seja por simples suposição, é que a vida passa rápido.
Tão rápido que quando você a percebe, e a compreende, possa ser tarde demais (...)

sábado, 11 de agosto de 2007

Não sei

Por um bom tempo, eu não sei.

11 a.m. and a new day begins (...)

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

8

08/08/06
08/08/07

feliz dia 8!

sexta-feira, 3 de agosto de 2007

Nada

Há dias em que você não sente nada, a não ser um vazio.
Sem rumo, e sem significado.
Que não te guia, não te ajuda... Te confunde.
Você até tenta esconder (...)
Porém esses dias, tendem a ser lentos... Tendem a se prolongar.
Viram semanas, meses, anos, uma vida inteira.
Aí, você perde todos os seus motivos para viver.
Logo, se sente isolado, excluído, indiferente...
Seu olhar adota uma expressão de angústia,
suas palavras não fazem mais sentido,
e as pessoas parecem não ligar mais para a sua pessoa,
e é quando você finalmente morre. Em alma.

Você cai na cisterna, na mais funda delas...
Esperando piedosamente para que alguém te tire de lá.